
PROCESSO DE FORMAÇÃO
Regional do Brasil
VOCAÇÃO
“Nossa vocação à vida religiosa é um dom pessoal da graça do Espírito Santo. Esse dom aprofunda a fé que recebemos no Batismo, capacitando-nos a viver o Evangelho em comunidade por causa do Reino de Deus. Introduz-nos na Congregação que continua a herança viva de São Francisco de Assis e de nossa Fundadora, Madre M. Clara Pfander” (Constituições, 6).
Nossa missão é viver o Evangelho:
Vivendo de forma franciscana, testemunhamos o amor de Deus por todo povo e toda a criação:
Cremos que a vida religiosa é um chamado de Deus para:
PROCESSO DE DISCERNIMENTO VOCACIONAL
Discernimento vocacional é um processo de conversão e relacionamento permanente
entre uma jovem e as Irmãs de nossa Congregação.
Quando a jovem sente o chamado do Espírito Santo em sua vida, ela é convidada a participar dos nossos encontros vocacionais FCJM.
Se a jovem já percebeu um CHAMADO para a vida religiosa em nossa Congregação, ela inicia o processo de acompanhamento com a Coordenadora vocacional/formadora.
SENTIDO E DIMENSÕES DA FORMAÇÃO
Formação em sentido pleno é o processo gradual e permanente que envolve toda a pessoa no crescimento até a maturidade de Cristo. O Evangelho
exige a transformação de toda a pessoa: corpo, mente e espírito.
Essa gradual transformação é pessoal e comunitária e realiza-se sempre pelo poder de Cristo e do Espírito Santo, ao qual nos abrimos e nos submetemos, procurando como indivíduos e também juntos como uma comunidade de fé.
A Formação é direcionada para o crescimento na vocação e requer uma permanente escuta do chamado de Deus. Nosso crescimento na fé é
direcionado pela Providência de Deus através de forças internas e externas a nós. O Espírito Santo é o nosso primeiro Diretor no crescimento. A Palavra de Deus também nos dirige, como também a Regra da Terceira Ordem Regular Franciscana e nossa Forma de Vida. As constantes mudanças de condições de nossa vida nos dão direção.
Dirigimo-nos reciprocamente na mútua partilha e na busca da vontade de Deus para nós, como indivíduos e como comunidade. Usando as fontes de todos esses elementos de direção, chegamos a formular nossas próprias respostas únicas na fé e na ação de graças a Deus, aos outros e a todas as pessoas. Gradualmente assumimos as atitudes e o espírito de Francisco de Assis e de Clara Pfander, traduzidas para o nosso tempo e situação. Assim, a tradição viva da comunidade nos dá uma direção.